segunda-feira, 29 de junho de 2009

TEORIA MUSICAL




Teoria musical ou Teoria da Música é o nome dado a qualquer sistema ou conjunto de sistemas destinado a analisar, classificar, compor, compreender e se comunicar a respeito da música.

Uma definição sintética seria: a descrição, em palavras, de elementos musicais e a relação entre a simbologia da música e sua performance prática.

Por extenso, teoria musical pode ser considerada qualquer enunciado, crença, ou concepção de música (Boretz, 1995).

A teoria musical tem um funcionamento ambíguo, tanto descritivo como perceptivo. Tenta-se com isso definir a prática e, posteriormente, a influência.

Normalmente segue-se o padrão de intencionar reduzir a prática de compor e atuar em regras e/ou idéias.

Assim como em qualquer área do conhecimento, a teoria musical possui várias escolas, que podem possuir conceitos divergentes. A própria divisão da teoria em áreas de estudo não é consenso, mas de forma geral, qualquer escola possui ao menos:


  • Análise musical, que estuda os elementos do som e estruturas musicais e também as formas musicais, compreendendo:harmonia, melodia, contraponto, ritmo, forma, andamento, técnica composicional, solfejo, percepção e ditado.


  • Estética musical, que inclui a divisão da música em gêneros e a Crítica musical.

  • Notação musical, que estuda os sistemas de escrita utilizados para representar graficamente uma peça musical, permitindo que um intérprete a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador, e cujas formas mais populares atualmente são a Partitura e a Cifra.

Nos campos da teoria musical muitos foram os grandes analistas, destacam-se: Schönberg, Rameau, Strauss e Wagner.

O estudo acadêmico da música também é feito pela musicologia. Essa, no entanto, difere-se da teoria musical pois estuda o ponto de vista histórico e antropológico da música, estudando a notação, os instrumentos, os métodos didáticos, a acústica, a história da música e a própria teoria musical sob o ponto de vista histórico evolutivo dos instrumentos e seus músicos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

AVISO AOS OUVINTES DO PROGRAMA CORETO:

Avisamos que neste sábado dia 27 de junho, o Programa Coreto será realizado no horário das 19:00 às 19:30, devido a transmissão pela Rádio Cabugi da novena de São João Batista, Padroeiro do Povoado Currais Novos.

ARRANJO MUSICAL



Arranjo, em música, é a preparação de uma composição musical para a execução por um grupo específico de vozes ou instrumentos musicais. Isso consiste basicamente em reescrever o material pré-existente para que fique em forma diferente das execuções anteriores ou para tornar a música mais atraente para o público e usar técnicas de rítmica, harmonia e contraponto para reorganizar a estrutura da peça de acordo com os recursos disponíveis, tais como a instrumentação e a habilidade dos músicos.
O arranjo pode ser uma expansão, quando uma música para poucos instrumentos será executada por um grupo musical maior como uma orquestra ou grupo coral. Pode também ser uma redução, como quando uma música para orquestra é reduzida para ser tocada por um conjunto menor ou mesmo por um instrumento solista. O músico responsável por esta atividade é chamado arranjador. Muitos compositores fazem os arranjos de suas próprias canções, mas em muitos casos, o arranjador é um músico especializado e experiente. Atualmente as atividades do arranjador muitas vezes se confundem com as do produtor musical.
Alguns acreditam que arranjo pode ser entendido como uma tranformação feita em uma música de modo a torná-la mais agradável e bela. Esta opinião não é compartilhada por todos os músicos, uma vez que um arranjo pode ser feito com diversos objetivos estéticos e os conceitos de belo ou agradável não podem ser objetivamente definidos.
Em alguns casos, o arranjo pode ser usado para deliberadamente criar um contraste, não necessariamente mais belo, com a versão original. Em outros casos, como nas trilhas sonoras de alguns filmes, é comum a utilização da música para criar desconforto na audiência, em cenas de suspense ou terror, entre outras.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SÉRIE: MEU INSTRUMENTO MUSICAL - TUBA


A tuba é um instrumento musical de sopro da família dos metais. Consiste num tubo cilíndrico recurvado sobre si mesmo e que termina numa campânula em forma de sino. Dotado de bocal e de três a cinco pistões, possui todos os graus cromáticos.

Existem tubas de vários tamanhos: tenor (também chamado de eufônio), baixo e contrabaixo. Desde o seu aparecimento, na primeira metade do séc. XIX, logo foi incorporado nas orquestras sinfônicas.

A tuba é descendente do “oficleide”, utilizada por volta de 1800, ainda antes da invenção do sistema de pistões. Este instrumento começou a ganhar popularidade nas pequenas bandas de metais da Grã-Bretanha, onde um antecessor do atual Sousafone, chamado Helicon, era usado devido à sua portabilidade (mais fácil de transportar).
Mais tarde, Richard Wagner utilizaria uma variante deste instrumento (basicamente uma tuba baixo mas com um bocal de trompa), razão pela qual surgiu a chamada Tuba Wagneriana. Em 1860, John Philip Sousa patenteou um novo tipo de tuba baseado no Helicon, dando origem ao atualmente chamado Sousafone.
Por esta altura, os alemães Johann Moritz e Wilhelm Wieprecht construiram o modelo de tuba que seria o percursor do modelo mais utilizado hoje em dia. Desde esta altura, o design e conceito geral da Tuba permaneceram inalteráveis, mas diversas variantes foram sendo introduzidas, incluindo instrumentos com 4, 5 e 6 pistões, pistões com válvulas rotativas, Sousafones em fibra de vidro (para serem usados em desfiles).
Atualmente, as tubas podem ser encontradas nas mais diferentes formas e combinações. Assim, encontramos Tubas em diferentes afinações (Sib, Do, Mib, e Fá), com campânulas desde 36 a 77 centímetros de diâmetro, voltadas para cima ou para a frente, lacadas ou cromadas, com pistões normais ou com válvulas rotativas (ou ambos), com 2 até 6 pistões etc. Nas bandas filarmônicas, cabe às Tubas o fundamental papel de suporte harmônico, uma vez que compõe o naipe de instrumentos que atua no registo grave.

Serpentão (Serpnt, Schlangenrohr ou Serentone.)
Aerofone constituído pôr um tubo de madeira revestido a couto, muito largo, cônico, tendo aproximadamente dois metros e meio de comprimento. A forma do tubo lembra a ondulação de uma serpente e a embocadura é um bocal que pode ser metálico, de marfim ou de madeira.

Oficleide ( Figle )
Instrumento de metal, com grades orifícios tapados pôr chaves. O tubo, cônico, é dobrado em dois, à madeira do fagote. O oficleide chegou a ter lugar na orquestra na primeira metade do séc. XIX, até ser substituído pela tuba.

Tuba Wagneriana
A tuba Wagneriana, idealizada pôr Wagner, para a sua tetralogia, O ANEL DOS NIBELUNGOS, possui estrutura semelhante à da Trompa, o instrumento assim sugerido tinha o tubo de perfil semelhante ao da tuba, mas a sua forma era oval e afinada em SIB e em FA e sua extensão vai de MIB 1 ao RÉ 4. Além de Wagner e Bruckner, Richard Strauss e Stravink, outros compositores, utilizaram esta tuba em suas obras.

Souzafone
Os modelos Helicon tornaram-se muito populares (sobretudo nos Estados Unidos) e a partir de 1898 o construtor G. C. Conn começou a desenvolver um novo modelo de helicon, segundo as instruções de John Philip de Sousa. Em 1908 apresentou um instrumento bastante diferente daquele que lhe servia de modelo, com um enorme pavilhão destacável (que em modelos posteriores viria a ser feito em fibra de vidro, o que torna o instrumento consideravelmente mais leve, logo mais adequado para ser usado em Marcha). O novo instrumento denominou-se sousafone em homenagem a John Philip de Sousa, famoso chefe de bandas luso-americano e compositor de marchas populares para bandas militares, hoje o sousafone é o mais típico dos instrumentos de bandas americanas.

sábado, 13 de junho de 2009

POR UMA TRAJETÓRIA DA BANDA DE ACARI


E lá aportam os soldados em marcha-desfile pelas ruas e becos da cidade. A sincronia é regra. A farda evidencia o coletivo do regime. Mas as armas são instrumentos: clarinetes, carrilhões sinfônicos, fagotes, violinos, flautas doces a adocicar rastros de música. É a Filarmônica Maestro Felinto Lúcio Dantas - patrimônio cultural e sentimental dos seridoenses de Acari a carregar tradições seculares. A Banda está presente na cidade desde 1927, antes mesmo de sua fundação, em 11 de abril de 1933. É a sonoridade viva das nostalgias, saudades e vivências do povo acariense.

Fonte: http://junyorcn.blogspot.com/2008/12/trajetria-da-banda-de-acari-contada-em.html

quarta-feira, 10 de junho de 2009

SÉRIE: MEU INTRUMENTO MUSICAL - TROMPETE


A nova série do Blog Coreto apresenta-se como uma homenagem para aqueles músicos que se dedicam de corpo e alma ao seu instrumento musical...


O trompete (ou trompeta) é um aerofone da família dos metais, caracterizada por instrumentos de bocal, geralmente fabricados de metal. . Quem toca o trompete é chamado de trompetista.O trompete é um tubo de metal, com um bocal no início e uma campânula no fim. A distância percorrida pelo ar dentro do instrumento é controlada com o uso de pistos. Além dos pistos, as notas são controladas pela pressão dos lábios do trompetista e pela velocidade com que o ar é soprado no instrumento.O trompete é utilizado em diversos géneros musicais, sendo muito comumente encontrado na música clássica e no jazz. Em estilos mais acelerados, como o ska e latinos como o mambo e a salsa.
HISTÓRICO

Os primeiros trompetes eram feitos de um tubo de cana, bambu, madeira ou osso e até conchas, e só mais tarde se fizeram de metal. Embora os trompetes sejam instrumentos de tubo essencialmente cilíndrico, há trompetes extra-europeus (por exemplo, as do antigo Egipto) que são nitidamente cónicos. Os mais primitivos eram usados à maneira de um megafone, para fins mágicos ou rituais: cantava-se ou gritava-se para dentro do tubo para afastar os maus espíritos.

A partir da Idade do Bronze os trompetes passaram a ser usados sobretudo para fins marciais. Na Idade Média os trompetes eram sempre feitos de latão, usando-se também outros metais, marfim e cornos de animais. No entanto, tinham uma embocadura já semelhante à dos instrumentos atuais: um bocal em forma de taça. Este bocal era muitas vezes parte integrante do instrumento e não uma peça separada, como acontece atualmente.

Até fins da Renascença predomina ainda o trompete natural, ou trombeta natural (aquela que produz os harmónico naturais). As trombetas menores eram designadas por clarino. Era habitual, ao utilizar várias trombetas em conjunto, cada uma delas usar só os harmônicos de uma determinada zona. Durante o período Barroco os trompetistas passaram a se especializar em cada um destes registos, sendo inclusive remunerados em função disso. O registo clarino, extremamente difícil, era tocado apenas por virtuosos excepcionais, capazes de tocar até ao 18.º harmônico. A trombeta natural no registo de clarino tem um timbre particularmente belo, bastante diferente do timbre do trompete atual.

O desaparecimento, após a Revolução Francesa, de pequenas cortes que mantinham músicos foi uma das razões que fizeram com que os executantes de clarino desaparecessem também no fim do século XVIII. A impossibilidade de produzir mais sons para além de uma única série de harmônicos era a maior limitação dos instrumentos naturais. Já no principio do Barroco este problema começa a ser encarado seriamente, surgindo os trompetes de varas.

Existe em Berlim uma trombeta de 1615 em que o tubo do bocal pode ser puxado para fora 56cm, aumentando o comprimento do tubo o suficiente para o som baixar uma terceira. Vários instrumentos, hoje obsoletos, foram construídos como resultado de invenções e tentativas, até ao aparecimento dos pistões em 1815. Surge então uma nova era, não só para o trompete como também para outros metais. Hoje os modelos mais usados são os trompetes em Dó e Si bemol. As suas extensões, em notas reais, são no primeiro caso: Fá#2 / Ré5 e em segundo caso: Mi2 / Dó5.

terça-feira, 9 de junho de 2009

BANDA MUSICAL VAI SER FORMADA NA CIDADE DE JANDUÍS-RN




Um sonho antigo da população de Janduís foi realizado neste domingo, 24 de maio, quando o prefeito Salomão Gurgel Pinheiro (foto) decretou oficialmente o lançamento da Banda de Música do Município.


Uma multidão acompanhou a apresentação do Hino Municipal feita pelos instrutores que vão capacitar as pessoas inscritas na banda da cidade. O evento foi realizado no adro da Igreja de Santa Teresinha.


Até o momento, 86 pessoas fizeram a inscrição. Número que, de acordo com o secretário de Educação, Cultura e Desporto, Antônio Cácio dos Santos, deve aumentar diante do interesse de muitos jovens janduienses que querem participar da primeira banda da história da cidade.


Quando as inscrições terminarem, haverá uma triagem que vai definir os 25 integrantes da banda de música. A equipe técnica, formada pelos maestros Antônio Cláudio e José Wilson, inicialmente fará um teste de iniciação musical com os pretendentes. O detalhe é que um dos inscritos será formado maestro municipal sendo, futuramente, o responsável pelas novas formações da banda.


O projeto vinha sendo planejado desde 1983, época da primeira administração de Salomão Gurgel. Durante as administrações de Antônio José Bezerra (1989) e Sebastião Gurgel (1993) também foram feitas várias tentativas nesse sentido. As professoras Joana Régis e Lourinalda Gurgel, durante todo esse período, elaboraram e enviaram projetos para a formação da banda. Em 2005, o então secretário de Educação, Antônio Rênio, encaminhou mais uma vez o projeto ao Governo Federal que foi, recentemente, aprovado.


As oficinas para a banda de música vão ocorrer três vezes por semana, sob orientação do maestro Antônio Cláudio, de Campo Grande, e devem durar pelo período de um ano. O secretário de Educação Cácio Santos estuda a possibilidade da banda já fazer a primeira mostra na Festa de Santa Teresinha. A banda de música vem se juntar às várias expressões artísticas de Janduís que vem se destacando no teatro de rua, artesanato, dança, música e poesia.


fonte: www.sneri.blog.br/?p=516

domingo, 7 de junho de 2009

BANDA DE MÚSICA "NAIR AUSTERO SOARES” - MARTINS-RN


Histórico
A Banda de Música de Martins foi criada em 1912 fazendo-se presente em todos os momentos festivos na comunidade. Tem atravessado momentos difíceis como: falta de recursos, afastamento de seus integrantes, instrumental deteriorado; porém sempre tem encontrado uma saída para a crise, que a revitaliza. Assim ela consegue chegar até hoje, mais fortalecida, reunindo tradição e carisma, procurando sempre engrossar suas fileiras com o vigor e jovialidade dos seus componentes, destacando-se a beleza e garbo da figura feminina.
Objetivos
Formação musical de jovens e adolescentes; animação de eventos sócio-culturais; apresentação em solenidades cívicas; estimular a participação na Escola de Formação Musical mantida pela Sociedade Artística e Cultural - SAC capacitando novos músicos a cada seis meses.
Critérios
Descobrir talentos e estimular a vocação musical bem como o gosto pelas artes, despertando no adolescente a sensibilidade musical latente, criando oportunidade profissional para ser desenvolvida dentro da própria Banda ou fora dela, principalmente em Corporações Militares, onde muitos têm se destacado.
Doações
A Sociedade Artística e Cultural - SAC é uma entidade de personalidade Jurídica sem fins lucrativos, mantida pela comunidade e associados através de doações e contribuições. Não distribui, a qualquer título, gratificação ou remuneração aos membros da diretoria e declara regularmente suas atividades aos órgãos competentes da União, Estado e Município.
Diretoria
Presidente - Francisco Marcelino JúniorVice-Presidente - Maria Eliane Pereira da Silva1º Secretário - Cláudio Henrique Nobre Régis2º Secretário - André Luis de Souza Costa1º Tesoureiro - Luis Leite Neto2º Tesoureiro - Nilson Liberato da SilvaConselho Fiscal:Presidente - Erian Leite FernandesMembro - Marcos César de LimaMembro - Moacir Rodrigues dos SantosSuplentes:1º Suplente - Maria da Assumpção Barbosa2º Suplente - Ana Cristina Nobre Régis.
Regência
A regência e organização da Banda de Música e da Escola de Formação de Músicos está a cargo do experiente e competente maestro Luiz Leite Neto, cujos ancestrais participaram e deram sua parcela de colaboração na formação do corpo de músicos, destacando-se Luis Leite da Silva (Avô); João da Costa Melo (Tio); Cassimiro da Costa Leite (Tio); Laédio Leite da Silva (Pai).
Ensaios
Os ensaios são realizados às Segundas, Quartas e Sextas, das 19 às 21 horas, prolongando-se quando necessário.
Condições
A SAC proporciona ao membro da Banda de Música ensino personalizado, instrumento adequado e de acordo com sua habilidade, fardamento completo social e de gala para apresentações festivas e solenes e gratificação por tocata ou apresentação, atribuída de acordo com os critérios estipulados pela organização, levando em conta a assiduidade aos ensaios, interesse na aprendizagem e comprovante de matrícula em estabelecimento de ensino público.
Fonte: www.martins-rn.com.br/banda.htm

sábado, 6 de junho de 2009

AVISO AOS OUVINTES DO PROGRAMA CORETO

Neste Sábado dia 06 de junho, devido a transmissão da missa de inauguração da capela de São José, no Bairro Bela Vista na cidade de Jardim do Seridó pela Rádio Cabugi do Seridó, não haverá o "Programa Coreto".

sexta-feira, 5 de junho de 2009

SÉRIE: PERSONALIDADES DA MÚSICA INSTRUMENTAL – ORILO SEGUNDO DANTAS DE MELO


Orilo Segundo Dantas de Melo, popularmente conhecido como “Segundo”, nasceu na cidade de Ouro Branco-RN em 28 de junho de 1971, filho caçula de Orilo Dantas de Melo e Iraci dos Anjos Sales, aos sete anos de idade mudou-se para a cidade de Jardim do Seridó, onde por meio do seu irmão Bartho – que cantava especialmente hinos sacros - entra em contato pela primeira vez com a música. Através daquelas composições, Segundo passou a entender o uso dos duos entre vozes, já que ele sempre executava a segunda voz. Nesse mesmo período, o mesmo irmão começou a ensinar-lhe a tocar violão.

Mas foi com a harmônica (realejo) e a flauta doce que Orilo começou a trilhar o seu caminho na música, instrumentos os quais também foram executados por este em encontros e eventos religiosos em igrejas.

No ano de 1981, ingressou na escola de música da Euterpe. Na época, a escola era dirigida por Francisco Azevedo, (Neném de Chicó), que foi o seu primeiro professor de leitura musical e solfejo. Por motivos pessoais teve que adiar o seu sonho de fazer parte da Euterpe, o qual veio a acontecer em 1984. Tocou em conjuntos musicais como Banda Mithos, Raízes do Som, Orange Som, Banda Paraíso e Banda Sygnus, se apresentando também em várias casas noturnas e na noite em geral.

Em 1990, Orilo assumiu a função de contramestre na qual permaneceu por um ano e meio. Em primeiro de abril de 1993, assume a regência da Banda Musical Euterpe Jardinense, cargo que ocupa até hoje, sendo este o regente que durante toda história da banda atuou por mais tempo (16 anos).

Com sua competência, habilidade, humildade, amistosidade, e senso de justiça, Segundo conquista a amizade e o respeito de todos os músicos da Euterpe, tendo como conseqüência, o ótimo desempenho da banda em suas execuções e apresentações, as quais sempre provocam como reação, o aplauso contagiante e intenso do público.

Desde seu ingresso na Euterpe até o presente momento, Orilo compôs inúmeras composições, consideradas por apreciadores e conhecedores da música em vários estados do Nordeste brasileiro como verdadeiras “obras primas” da música instrumental nacional.

Segundo o próprio Maestro, dentre os vários momentos de relevância perpassados pela Euterpe sob a sua regência, o sesquicentenário da banda apresenta-se como especial:

“Falando em atualidade, creio que este sesquicentenário da Euterpe, é um grande marco. Poder vivenciar, e ainda participar, é realmente emocionante...”.


A seguir, algumas Composições de Orilo Segundo Dantas de Melo:

Dobrados:

1. Poeta Orilo Dantas;
2. Esquerdista;
3. Mestre Galinho;
4. Normando Nunes;
5. Dobrado Nº 05;
6. Dobrado Nº 06;
7. Prefeito Manoel Paulino;
8. Carlos Lacerda;
9. Manoel Felipe Nery;
10. Artifícios;
11. Mozart dos Santos Medeiros;
12. Eremita;
13. Edson Medeiros;
14. Henry Purcell;
15. Mão-de-Ferro;
16. Fantoche;
17. Jotilde;
18. Amigos de Sempre;
19. Dr. Edimar Medeiros Dantas;
20. Professor Moreira;
21. Padre Jocimar Dantas.

Valsas:
22. Dolores Portela;
23. Duas Lembranças;
24. Dona Luzia.

Marchas Graves:
25. Dona Iracy;
26. Padre Lucena.

Frevos:
27. Euterpe no Frevo;
28. Neném no Frevo;
29. Zé Meira no Frevo;
30. Vassourinha Outra Vez;
31. Carnavalesco;
32. Açúcar.

Frevo Canção:
33. Eu Brinco Até Cair (Orilo/Sílvio Melo)

Choros:
34. O Passarinho;
35. Complicado;
36. Recordando o Sax;
37. Carlinhos no Choro (Orilo/Sílvio Melo);

Fantasias:
38. Alegrai-vos;
39. Flores para Ti;
40. Letárgica.

Arranjos:
41. Yesterday;
42. Besame Mucho;
43. Tico-Tico no Fubá;
44. Clássicos em Marcha I;
45. Clássicos em Marcha II;
46. Caçador de Mim;
47. Bandeira Branca;
48. Aquarela Brasileira;
49. As Rosas não Falam;
50. Branca;
51. Andanças;
52. Qualquer Coisa;
53. Bridge Over Troubled Water;
54. Carinhoso;
55. Raul Seixas Vive;
56. Tributo a Elino Julião;
57. Tributo a Elvis Presley;
58. Amor Perfeito;
59. Que Nem Maré;
60. Abalou;
61. Scorpions;
62. Jardim, 150 Anos;
63. Her Shadow of Your Smile;
64. Sonda-me;
65. A Padroeira;
66. Tu És Senhor;
67. Como Uma Onda;
68. Criança Feliz;
69. Feliz Ano Novo;
70. Pout-Porri Natalino;
71. Final Feliz;
72. Beijo;
73. Cruzeta do Bem;
74. Iêda Cunha;

Baiões:
75. Capiau
76. Alma Nordestina

Temas:
77. Tema Abertura;
78. Tema Nº 01;
79. Tema Nº 02 - Luzes;
80. Tema Jeane;

Hinos:
81. Hino do Sesquicentenário da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Orilo/Bartho);
82. Hino do Sesquicentenário de Emancipação Política de Jardim do Seridó (Orilo/Bartho);

Diversas:
83. Prece e Lamento (para violão com flauta);
84. Quase Nada (para violão);
85. Laser (para violão)
86. Minueto (para violão);
87. Desertos (valsa para violão);
88. I, You And The Sax (para quarteto).

Por: Antônio Ferreira Dantas Júnior (Junhão)

BANDA DE MÚSICA LUIZ DE FRANÇA DA CIDADE DE PATÚ-RN



Foi criada no ano de 1999 na Administração do então Prefeito Ednardo Moura e que leva o nome de uma ex-músico e conhecido cidadão patuense que é um dos remanescentes ainda vivo da ultima Banda de Música existente em Patu a qual se chamava os AMIGOS DO PROGRESSO que é o Sr Luiz de França Dantas ou mais conhecido como o Sr. Luiz de Tutu, residente na Av Lauro Maia, onde até hoje reside, tendo a frente dos trabalhos para formação de Alunos e Integrantes desta referida banda, o Maestro Francisco Josineudo, banda essa que estava subordinada a secretaria de Educação, a qual era comandada pela secretária Francisca Linderleide mais conhecida como Leleida, com isso mais de 80 pessoas se escreveram e começaram a ter aulas de música teórica e prática na Escola Estadual João Godeiro, local esse que deu início a formação da banda no dia 06 de abril de 1999.
Com o passar dos meses o maestro Francisco Josineudo(1999 a 2004) da cidade de Jaguaruana-Ce através de seu trabalho foi dando forma e perfil a Banda de Música a qual disponibilizava de cerca de mais de 40 Componentes efetivos os quais se revezavam durante as apresentações na cidade região. No tocante a parte física e material da banda a mesma disponibilizava cerca de 27 Instrumentos de sopro (metais e palhetas) e mais a parte percurssiva, totalizando cerca de 32 instrumentos disponibilizados para a prática da música.

Em setembro do mesmo referido ano (1999) foi realizada uma formatura um ato solene na Boite Pantano que contou com a presença da população e demais autoridades responsáveis a qual foi entregue para cada aluno um Certificado de conclusão do Curso de música, dando ao alunado da Banda a forma concreta de estar apto a desempenhar um trabalho árduo, prazeroso, e de grande significância para a sociedade, que é fazer Música . A partir disso a banda devidamente formada, começou a participar de eventos inter-estaduais, como apresentações na cidade de Natal-RN no evento realizado pelo Governo do Estado UM PRESENTE DE NATAL, e no Teatro Alberto Maranhão, Brejo do Cruz – PB, São Bento –PB, Jaguaruana –CE, Apodi-RN, Mossoró-RN, Caraúbas-RN, Cruzeta-RN, dentre outras.

No ano de 2000 a 2008 sobre nova administração pública tendo a frente o Prefeito Possidônio Queiroga a banda acompanhou tal renovação e passou a ser Regida pelo Maestro Francisco Janilson(2004 até hoje) da cidade de Apodi-RN, e também passou aos cuidados da secretaria de Cultura sobre a tutela do secretário Ricardo Veriano, passando por várias inovações como tal novo fardamento, nova sede, disponibilização de aquisição de novos instrumentos, dentre outras inovações.

Sendo peça fundamental na Festa de Padroeiro da cidade a banda de música passou a ter destaque no senário regional sendo matéria da revista PRÉ-A da Fundação Roberto Marinho interligada ao Governo do Estado.Atualmente ainda na regência do Maestro Francisco Janilson a banda está firme e forte tentando de uma maneira ou outra mostar seu real valor a população de Patu e também a nível estadual, esta qual é um símbolo vivo e ficará presente e marcado para sempre na história da cidade de Patu.

http://bandaluizdefranca.blogspot.com/

quinta-feira, 4 de junho de 2009

BANDA MUSICAL DE CARAÚBAS-RN

Banda de Música Municipal Maestro Joaquim Amâncio


A Banda de Música Municipal de Caraúbas, surgiu no ano de 1871, quando Raimundo Cândido Ribeiro de Menezes (natural do Distrito de Caiçara), andou ensinando esta arte a mocidade caraubense – segundo informações de Manoel Praxedes Benevides Pimenta, em seu livro, manuscrito, “Meu Eu”.

Com o falecimento do Maestro Raimundo Ribeiro, ocorrido no dia 05/02/1874, aos 48 anos de idade, a Banda passa a ser regida por seu discípulo, Obdon Fernandes Carneiro de Oliveira, que passou pouco tempo como regente, pois veio a falecer no dia 09/09/1874, aos 19 anos de idade, em conseqüência de uma picada de cobra.

A partir dessa data, o irmão de Obdon, Elízio Fernandes, então com 17 anos, assume a maestria da Banda, onde desenvolve um bom e longo trabalho a frente da corporação musical. Elízio passou 43 anos como maestro da Banda de Música de Caraúbas (09/09/1874 a 30/11/1917).

Em 1898, a Banda de Música era composta de 11 componentes: Elízio Fernandes (Mestre), Pedro Batista, Luiz Souto, Sebastião Saúdo da Costa (Pai Velho), Nilo de Góis, Aprígio Gurgel, Protásio Gurgel, Albino Gurgel, Salustiano Batista, Abílio Pimenta e Gregório Melo.

Após o afastamento de Elízio a Regência da Banda passa para o Maestro Pedro Batista de Morais, que ficou na função até 14/04/1922, quando faleceu aos 53 anos de idade.

Em 1922 foi adquirido um instrumental para a Banda ao preço de Oitocentos Mil réis, conforme Termo lavrado pelo Padre Benedito Basílio Alves, no livro de Tombo da Paróquia de Caraúbas.

Com o falecimento do Maestro Pedro Batista, a Banda passa a ser regida por Joaquim Amâncio, que passou 45 anos como maestro, de 14/04/1922 a 03/08/1967.

Em 1939, foi adquirido um instrumental para a Banda com auxílios recebidos do “Coronel Rozendo Fernandes” e, em agradecimento a ele, que sempre ajudava financeiramente a manter viva a tradição musical do nosso município, a Banda passou então a se chamar: Charanga Musical “Coronel Rozendo Fernandes”, já que, até então, a Banda não tinha nome.

Até inicio dos anos 60 a Banda realizava as tradicionais Retretas na Praça Pública de Caraúbas.
Joaquim Amâncio afasta-se da Banda aos 83 anos de idade e seu cargo passa a ser ocupado por seu sobrinho, Altino de Brito, que rege a Banda até 1970, quando chega ao nosso município o Tenente Antonio Rosendo Pires, que assume a regência da banda até 1971, quando é transferido para cidade de Apodi.

Altino de Brito assume novamente a regência da Banda, desta feita, auxiliado por Luiz Antonio Filho (Luizinho), e exercem a função até o ano de 1973. Neste ano, através da Lei Municipal Nº 008/73, de 10 de agosto de 1973, abre-se crédito para a compra de instrumentos para a Banda de Música no valor de Cr$ 15.000,00 (Quinze Mil Cruzeiros). A Lei Municipal Nº 011/73, da mesma data, denomina a Banda de Banda de Música Municipal Maestro “Joaquim Amâncio”, como forma de homenagear aquele que dedicou grande parte de sua vida – 45 anos só de regência – a arte da música; e a Lei Municipal Nº 012/73, também da mesma data, denomina a sede da Banda de Música Municipal de Francisco de Oliveira.

A partir deste ano a Banda de Música, que pertencia a Paróquia de São Sebastião, de Caraúbas, passa a pertencer ao município e assume o comando da mesma o Maestro Raimundo Nonato Gurgel de Paiva, auxiliado por Salustiano Gomes de Sales (Salú). Nonato fica a frente da Banda por um curto período (06 meses), se afasta e Luiz Antonio Filho (Luizinho), também auxiliado por Salustiano Gomes, assume como novo mestre até 1974.

Em 1974, assume a regência da Banda o Maestro Salustiano Gomes de Sales (Salú), que ficou na função até o seu falecimento, ocorrido no dia 17/12/1990.

Desde então, seu filho, Antonio Gomes de Sales (Toinho), assume a regência da Banda de Música Municipal “Maestro Joaquim Amâncio”, e, junto com os músicos procuram manter viva a tradição da Banda com sacrifícios e inúmeras dificuldades.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

NOTA DO BLOG:

Se você deseja divulgar a banda musical de sua cidade no blog e no programa Coreto, envie-nos materiais como o seu histórico, fotografias, notas biográficas de seus ilustres músicos e calendário de apresentações pelos emails: programacoreto@yahoo.com.br ou junhao_ressaca@hotmail.com.
"A música se move lenta, depois movimentada,
Em alguns rostos, lágrimas, lamento.
Um filho desfila no pensamento
O amor volta com as notas...
Há pelo ar rodopiando uma dança,
Sonho, a mãe, a criança,
Flores, amores que se perderam.
Há em cada cabeça uma recordação,
Da infância, mocidade, ilusão."

Ana Maria de Azevêdo

segunda-feira, 1 de junho de 2009

BANDA MUSICAL EUTERPE JARDINENSE




A década de 50 do séc. XIX foi um momento de diversas transformações políticas, econômicas e culturais naquele local, hoje denominado de Jardim do Seridó, as quais se podem citar a criação da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, a emancipação política do município com elevação da Povoação da Conceição do Azevedo a categoria de Vila do Jardim e a instalação do município com o funcionamento da Câmara Municipal. Acompanhando esse ambiente de mutações, desenvolveram-se no local, iniciativas voltadas também para a prática artística e cultural na ‘futura’ cidade. Assim sendo, no ano de 1859, foi fundada na então Vila do Jardim pelo Tenente Coronel da Guarda Nacional Manoel Idelfonso de Oliveira Azevedo (pai do Cel. Felinto Elísio) a banda de música batizada de “Associação Musical da Vila Conceição do Azevedo”, inicialmente composta em sua maioria por lideranças políticas do local - como o próprio fundador -, integrantes da organização paramilitar conhecida como Guarda Nacional e seus familiares, como Antônio de Azevedo Maia Neto (Antônio Padre) que era pai do fundador da associação musical e capitão da Guarda Nacional e José Rodrigues Viana, cunhado do Ten. Cel. Manoel Idelfonso de Oliveira Azevedo.

Somente no ano de 1906 – quarenta e sete anos após a sua fundação -, sob a regência do farmacêutico Dr. Heráclio Pires, a agremiação musical passa a pertencer ao Governo do Município de Jardim do Seridó, havendo nesse momento também a alteração de sua denominação para Banda Musical Euterpe Jardinense, em alusão a musa mitológica Euterpe, filha de Mnemosina, a deusa da memória e de Zeus, a qual segundo a cultura grega significa “plena alegria” ou delícia, sendo essa considerada a musa da alegria e da música.

Com a municipalização da Associação Musical (a partir de agora denominada de Banda Musical Euterpe Jardinense), o engajamento de indivíduos de outros setores da sociedade local provavelmente pôde tornar-se mais acessível, visto que nesse momento, essa tenha passado a pertencer ao setor público, sendo percebido aí também, uma participação mais ativa da igreja para com a banda de música local, custeando inclusive instrumentos musicais, os quais possivelmente eram antes adquiridos pelos próprios integrantes da banda. A partir dos primeiros anos e décadas do século XX, percebeu-se que pessoas de vários estratos sociais da cidade ou de outras localidades enveredaram-se na arte da música instrumental, aprendendo e tornando-se músicos, ou até mesmo atuando como regentes, tendo como exemplo, o regente e compositor Felinto Lúcio Dantas, da cidade de Carnaúbas dos Dantas.

Durante a II Guerra Mundial, a Banda Euterpe participava ativamente das manifestações de apoio ao Brasil, por meio de desfiles que aconteciam durante esse período, desfiles os quais eram acompanhados pela população durante todo o percurso, apreciando os acordes e melodias executadas em forma de dobrados e marchas.

O período tido como “áureo” da Euterpe – motivado pelo destaque que a filarmônica adquiriu e de sua visibilidade no cenário estadual, assim como em outras regiões do país -, foi durante a década de 70. Sob a regência de Jaime de Medeiros Brito, a Euterpe participou de festividades religiosas e apresentações em várias cidades do RN e em eventos culturais na capital do Estado, chegando a representar o Rio Grande do Norte no Campeonato Nacional de Bandas de Música promovido pela FUNARTE e apoiado pela Rede Globo de Televisão. Após Jaime Brito ter deixado a regência da instituição musical, o Sr. Valdemar Antônio de Souza e posteriormente José de Oliveira Meira, assumiram a regência da banda e deram continuidade ao trabalho realizado pelo antecessor, tanto no que concerne ao desenvolvimento musical como disciplinar, além das inúmeras participações em encontros, eventos cívico-religiosos e campeonatos, nesses últimos, sempre despontando nas primeiras colocações.

Além de Jaime de Medeiros Brito, Valdemar Antônio de Souza e José de Oliveira Meira, é interessante destacar dentre os trinta e cinco maestros que brilhantemente contribuíram para a história da Euterpe os mestres: Felinto Lúcio Dantas, Severino Ramos de Azevedo (Galinho) e Ronald Moreira de Castro.

Atualmente, a Banda Euterpe Jardinense tem à frente o Sr. Orilo Segundo Dantas de Melo, talento nato da música seridoense, que por sinal é o maestro com maior tempo de atuação na filarmônica (dezesseis anos), músico reconhecido pelo seu dom de compor e construir arranjos, os quais fazem parte do repertório de filarmônicas de todo Rio Grande do Norte e de algumas cidades da Paraíba, tendo inclusive peças musicais gravadas por bandas e orquestras do estado.

Nesse momento ímpar para a cultura de Jardim do Seridó, no qual comemoramos o sesquicentenário da banda Euterpe, devemos nos orgulhar de termos uma instituição musical como essa, que mescla sua história com a própria história do município, desde sua fundação até os dias atuais, perpetuando sua arte às vezes considerada arcaica e “fora de moda”, mas que na verdade é incompreendida por alguns que não entendem a beleza, a necessidade e a relevância de uma filarmônica no desenvolvimento ou mesmo no cotidiano de uma sociedade.

Fonte: Jornal “A Fonte”