30 de abril de 2011

XVII FESTIVAL BRASILEIRO DE TROMBONISTAS-ABT - CONVITE E PROGRAMAÇÃO


A Associação Brasileira de Trombonista (ABT), através do seu presidente Alciomar Oliveira dos Santos, convida todos os trombonistas brasileiros a participarem das atividades do XVII Festival Brasileiro de Trombonistas-ABT, no período de 3 à 7 de maio de 2011, em NATAL/RN-BRASIL.
O XVII FTB-ABT, será dedicado aos trombonistas Radegundis Feitosa, Roberto Angelo Sabino, Adenilton França e Luis Benedito.

CONTATOS: www.abtrombonistas.com - alciomar@unb.br - alciobone@gmail.com - tona@musica.ufrn.br

Para saber a programação do XII Festival Brasileiro de Trombonistas e mais informações clique no link abaixo:
http://www.musica.ufrn.br/em/?p=1783 

Fonte: http://bandabrejinho.blogspot.com/2011/04/xvii-festival-brasileiro-de_14.html

29 de abril de 2011

TROMBONISTA DA FILARMÔNICA DA CIDADE DE CRUZETA/RN LANÇA CD PRÓXIMO DIA 03 DE MAIO DE 2011



Tenho o prazer de informar o lançamento do CD do trombonista Klenio Barros, neste dia 03 de maio no "Buraco da Catita". Klenio, é aqui de Cruzeta. Fruto da nossa filarmônica. Super talentoso, dedicado e comprometido com a boa música.

Graduado em trombone, ele assume atualmente na EMUFRN, a cadeira de professor subistituto desse instrumento.

 Participar do lançamento do seu primeiro trabalho solo, é fortalecer não somente esse grande artista potiguar, mas também significa, apoiar a causa da sobrevivencia da nossa música e fortalecer aqueles que resistem em difundi-la e mostrar a sua beleza...

 A associação Musical e cultural do RN e a AMUSIC parabeniza e se orgulha por Klenio. O exemplo desse jovem, nos faz acreditar que vale apena nossas lutas e enfrentamentos, pela nossa cultura musical e pelo nossos jovens excluídos do direito a uma real e benéfica formação cultural.

 Estaremos lá, para podermos parabenizar Klenio, sua esposa Gilvania e demais, que se irmanaram nesse valoroso feito.

Bembem Dantas

28 de abril de 2011

II ENCONTRO DE SAXOFONES DE CRUZETA






 

 A associação Musical e Cultural do RN realizou nestes dias 21, 22 e 23 de abril, na cidade de Cruzeta-RN, o II FESTIVAL DE SAXOFONES DE CRUZETA. Participaram do festival 25 saxofonistas, das cidades de Cruzeta,  São Tomé, São Pedro, Parelhas e Caicó.

O professor  português Eugênio Graça, um dos grandes saxofonistas da atualidade, juntamente com Paulo Roberto ( UERN ) e Luis Dantas  (BSN), trouxeram práticas  atualizadas de muita importância para os participantes, onde a sonoridade e o trabalho de grupo foram o foco.

Durante o Festival, foram selecionados 15 músicos para a formação da ORQUESTRA DE SAXOFONES DO RN, a qual foi fundada pela AMUSIC, em assembléia convocada para este fim. Segundo a pedagoga e coordenadora institucional da AMUSIC, Magna Dantas, “a orquestra, será de grande relevânci, para os saxofonistas mostrarem ao público toda beleza sonora deste instrumento e abrir mais possibilidades e espaço para a música instrumental do RN.” Magna ainda enfatizou a imensa capacidade dos músicos, pelo resultado conseguido em tão pouco tempo.

O II FESTIVAL DE SAXOFONES DE CRUZETA, foi encerrado no dia 23, com o concerto inaugural da “ORQUESTRA”, no salão de ensaios da Filarmônica de Cruzeta, na sede da AMUSIC, com um bom número de pessoas, as quai, ficaram maravilhadas, com a performance do maestro Eugenio,  que apresentou um repertório com arranjos maravilhosos, compostos por  ele  próprio e músicos de renome internacional, com linguagens erudita e contemporânea em peças de compositores como: Mozart, Brahms Bach, Astor Piazzola, Leonard Bernstein entre outros.

A ORQUESTRA DE SAXOFONES DO RN, que terá como regente e diretor artístico o professor Eugênio Graça se articula para fazer seu lançamento em Natal no TCP- Teatro de Cultura Popular e já está disponível para  participar de eventos socioculturais.

O evento faz parte da comemoração dos 25  anos da Filarmônica 24 de Outubro, a qual estará gravando um CD comemorativo, só com dobrados, importante gênero musical, símbolo do repertório das bandas de música. Esse CD, que terá patrocínio do BNB de cultura, selecionará 14 peças consideradas “clássicos”, sendo todas de compositores brasileiros.

O coordenador técnico da AMUSIC, músico e compositor, Mizael Cabral,  informa que além do CD, uma vasta programação está sendo elaborada a partir de junho 2011: Concertos, seminários, máster Class,  cursos, encontro de bandas etc.

Por fim, agradecemos a todos que colaboraram com esse evento, em especial aos blogueiros e veículos de comunicação do estado, sem esquecer o empenho do maestro , Eugenio Graça, Paulo Roberto e Luis Dantas e os músicos que se disponibilizaram em plena semana santa, para engrandecer ainda mais a música potiguar.
 
Bembem Dantas

27 de abril de 2011

1º ENCONTRO DE BANDAS DE MÚSICA EM BARRA DO CUNHAÚ - CANGUARETAMA/RN

A Associação Viva Barra do Cunhaú, através da sua oficina de música, convida a todos para assistirem ao 1º Encontro de Bandas de música em Barra do Cunhaú. O evento ocorrerá dia 30/04/2011 (sábado), às 19 horas, na Quadra de Esportes da Escola Roberto Magalhães. 
Mais Informações com Guthemberg (Guga) pelos telefones (84) 9971-0784 - 3241-4408

Fonte: http://bandabrejinho.blogspot.com/

25 de abril de 2011

MÚSICO ANIVERSARIANTE DO DIA

 
O aniversariante deste domingo, dia 25 de abril de 2011, é o sax-tenorista da Banda Musical Euterpe Jardinense, da cidade de Jardim do Seridó, Edivaldo de Vasconcelos, conhecido popularmente por Baúba, que está completando 34 anos de vida neste dia.

Aqui vai os parabéns da equipe Coreto para o amigo Baúba, a qual deseja muitas felicidades e sucesso em sua vida e em sua brilhante carreira como músico.

23 de abril de 2011

BANDA DE MÚSICA INFANTO-JUVENIL DE BREJINHO/RN

PRIMEIROS INTEGRANTES

Clarinetes: Alan; Radan; Felipe; Viviane; Dayse / Sax-alto: Reully / Sax-tenor: José Carlos / Bombardino: Dênis / Trompetes: Elizaiane, Hércules e Everton / Trombones: Wilson, Edson e Adelmo / Sax-horn: Djalma, Daniele e Lorena / Tuba: Kárcio / Percussão: Adriano, Cilene e João Paulo.



RESUMO HISTÓRICO

No dia 13 de janeiro de 2003, criou-se a  Escolinha de Música Municipal, que daria origem a Banda de Música Infanto-Juvenil de Brejinho. O município recebeu do Ministério da Cultura, através da FUNART (Fundação Nacional da Arte) um kit para criação da banda, com 18 instrumentos de sopro, a prefeitura o complementou, adquirindo os instrumentos de percussão, contratando o professor de música Wallace Batista da Silva (fundador) e cedendo o espaço provisório para as aulas.

Composta por 22 alunos, da rede pública de ensino, a Banda Infanto-Juvenil apresentou-se, pela primeira vez, no dia 06 de setembro do mesmo ano, em desfile cívico comemorativo à Semana da Pátria, na sede do município. A partir desta data o grupo passou a apresentar-se em diversos eventos: religiosos; culturais; educativos; esportivos; formaturas; dentre outros. Inicialmente apenas no âmbito municipal e em seguida em outras cidades, como: Lagoa Salgada, Lagoa Danta, Monte Alegre, Santo Antônio, Nova Cruz, Macaíba, Natal...

Em 2004, seus integrantes participaram do III Seminário de Música de Cruzeta/RN e em 2006 a Banda participou do FESTBANFAS (Festival Estudantil de Bandas e Fanfarras) em Ponta de Pedras (Goiana/PE). Em 2008 executou o Projeto "A Banda vai à Escola", através de concertos educativos, nas escoals da rede municipal de Brejinho, além de outras atividades culturais.

Executa um repertório eclético: valsa, dobrado, samba, baião, MPB, rock, etc. Ensaia às quartas e sextas-feiras, em sua sede, no centro da cidade.

Atualmente a banda é formada por 24 integrantes; 25 alunos iniciados nos diversos instrumentos, além de 18 alunos de teoria musical, que deverão integrar o novo grupo de flauta doce.

Em dezembro de 2008, com projeto aprovado pela FUNARTE, a prefeitura adquiriu mais 13 instrumentos para ampliação da banda. Além disso, confeccionou novo fardamento e inaugurou a nova sede da banda.

A banda sempre contou com apoio do poder público municipal e com o incentivo da sociedade brejinhense.

Sabendo que cultura se faz com responsabilidade, competência, seriedade e compromisso a administração municipal não tem medido esforços para apoiar esse grupo que, apesar de jovem, tem representado, tão bem, o nome de Brejinho.

Fonte: http://bandabrejinho.blogspot.com/2011/03/resumo-historico.html

20 de abril de 2011

FILARMÔNICA 30 DE JUNHO DA CIDADE DE SERRINHA/BA EXECUTANDO O DOBRADO "O VELHO MENTOR" DE JOÃO AZEVEDO

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BANDA CENTENÁRIA COMEMORA MAIS UM ANO DE EXISTÊNCIA



Ontem, dia 19 de abri de 2011, a Filarmônica 30 de Junho da cidade de Serrinha/BA Completou 115 anos de existência.

Histórico:

Em 19 de abril de 1896, nasceu em Serrinha a Sociedade Philarmonica 30 de Junho, da união de jovens interessados nas culturas musical, teatral e de belas artes, hoje, Sociedade Recreativa e Cultural Filarmônica 30 de Junho, que teve este nome em homenagem a data de elevação da vila à condição de cidade.

No artigo 6 – § 1 do então estatuto, tinha como objetivo organizar uma biblioteca para uso dos associados; promover a criação de um teatro amador; realizar festas comemorativas das grandes datas cívicas; concertos musicais e reuniões recreativas, incrementando entre os associados o gosto pelo cultivo das belas artes, com cursos de pintura, desenho e canto.

Pela Filarmônica passaram vários presidentes. O primeiro Aurélio Dionísio de Almeida depois vieram o Coronel Antonio Pinheiro da Motta, Dr. André Negreiros, Dr. José Vilalva, Sr. Antonio Bacelar quando, em 1948, o então Prefeito João Barbosa doou um terreno para construção de sua sede própria, onde hoje funciona a Rua Mariano Ribeiro n.º 45, centro da cidade de Serrinha, prédio este, construído pelo saudoso José Ramos de Menezes e seus irmãos com a ajuda da sociedade Serrinhense.

Entre 1981 e 1989, a Filarmônica retornou as ruas graças ao trabalho do maestro Celso Boaventura que também fazia o papel de presidente da entidade.

Em agosto de 1989, com o apoio da Loja Maçônica assume a presidência o Sr. Manoel de Souza Nunes que num belo trabalho a frente da Filarmônica, projetou-a nacionalmente com diversas apresentações patrocinadas pela UNICEF e pelo Governo do Estado da Bahia. Neste período, também, conseguiu recursos do Governo através do Dr. Paulo Souto, quando recuperou totalmente sua sede.

Inúmeras foram as apresentações, sempre renovadas com a inclusão de jovens de nosso município resultando no título de campeã e vice-campeã do festival de Filarmônicas do recôncavo baiano.

De 2003 em diante preside Isaac Álvaro da Silva tendo como maestro o Sargento Martins.  De 2008 para cá ainda na presidência Sr, Isaac Álvaro da Silva, recebe o filho da casa Anderson José de Matos como o novo maestro.

Iniciou-se em julho de 2007 uma parceria com a Prefeitura Municipal que como reconhecimento e a boa vontade do Sr. Prefeito e do Secretario de Educação passamos a contar com quatro funcionários da Prefeitura a disposição da Filarmônica e o patrocínio das despesas com a contratação do novo Maestro. Possuímos 60 sócios ativos que contribuem financeiramente para que a Filarmônica continue e sabemos que muitos a admiram desejosos por uma boa atuação.

Todo este trabalho tem, também, bons resultados, graças a dedicação do grupo de jovens integram a Filarmônica 30 de Junho. Com toda dificuldade, jovens carentes, ainda encontram tempo para se dedicarem a Filarmônica e a boa Música.

Fonte: http://filamonica30dejunho.wordpress.com/2009/06/

Do Blog: Parabéns àqueles que compõem a Filarmônica 30 de Junho da cidade de Serrinha/BA pelo aniversário e a Emanuel Santana por ter nos enviado o mail para socializarmos esse momento especial para os amantes das bandas musicais de nosso país. 

17 de abril de 2011

SÉRIE - CURIOSIDADES MUSICAIS: CLAVES


As claves servem para indicar ao músico como ler o pentagrama. Como a notação musical é relativa, cada nota pode ocupar qualquer linha ou espaço na pauta. A clave indica qual a posição de uma das notas e todas as demais são lidas em referência a essa nota. Cada tipo de clave define uma nota diferente de referência. Dessa maneira, a "chave" usada para decifrar a pauta é a clave, pois é ela que vai dizer como as notas devem ser lidas. Daí vem o termo "clave", derivado do latim "clavis", que significa "chave". A figura acima mostra as claves mais freqüentes e as notas que elas definem. A nota destacada ao final de cada pauta é a nota de referência.

Tipos de claves
De maneira geral, a clave serve para dar nome e altura a nota. As várias claves existem para permitir a escrita para instrumentos musicais ou vozes, que possuem tessituras diferentes, ou seja, alguns são muito mais graves ou agudos do que os outros. Quando se utilizam apenas as cinco linhas e quatro espaços da pauta, só é possível representar nove notas musicais, mas a maior parte dos instrumentos possui uma extensão muito maior, exigindo a utilização de linhas e espaços suplementares acima ou abaixo da pauta. O uso de até três linhas suplementares acima ou abaixo é praticamente inevitável na maior parte das composições, mas se usarmos muitas linhas suplementares a leitura se torna muito difícil. Ao utilizar claves diferentes podemos fazer com que a maior parte das notas utilizadas pelo instrumento estejam representadas dentro da pauta e que o mínimo de linhas suplementares sejam utilizadas.

Embora já tenham existido muitas claves, só três continuam sendo usadas na notação musical moderna: a clave de sol, a de fá e a de dó. O desenho das claves sofreu diversas alterações desde sua criação. Em sua forma moderna, uma clave de sol se assemelha a uma letra "S" maiúscula em sua forma cursiva. A de fá se assemelha a um "F" e a de Dó parece um "B" Maiúsculo ou dois "Cs" invertidos, um sobre o outro. A linha indicada pela clave recebe o nome da clave, ou seja, a clave de Sol, define o Sol da oitava 3 (acima do Dó central do piano). A clave de fá define que a linha por ela indicada representará o Fá da oitava 2 e a de do indica o Do-3 (o do central do piano).

Cada uma das claves pode, teoricamente, ocupar qualquer linha na pauta, mas como apenas algumas possibilitam os melhores resultados, na prática as posições utilizadas são aquelas mostradas na figura abaixo:


 Clave de sol
A Clave de sol juntamente com a clave de fá na quarta linha é a mais utilizada na música atual. Com a posição mostrada na figura, a nota Sol-3 ocupa a segunda linha de baixo para cima, indicada pelo início do desenho (ponta da linha curva). Em algumas partituras antigas ou para fins de estudo, principalmente na França, esta clave também pode ocupar a primeira linha, permitindo representar uma tessitura ligeiramente mais aguda.

Quando esta clave está na segunda linha, o dó central do piano ocupará a primeira linha suplementar inferior. Por esta razão, esta clave é utilizada para representar a mão direita em instrumentos de teclado. Utilizam esta clave, a maior parte dos instrumentos de madeira(flautas, clarinete, oboé), os metais mais agudos (trompete, trompa, flugelhorn), bem como o violino, o violão e alguns instrumentos de percussão obedientes à série harmônica. As vozes mais agudas (Soprano e Contralto e tenor) também são normalmente escritas em clave de sol.

Clave de fá


 Nesta clave, a linha de referência é indicada pelos dois pontos e assume a nota Fá-2. A posição mais frequente é a quarta linha. Com esta configuração, a nota Dó-3 do central do piano ocupa a primeira linha suplementar superior. Por esta razão, costuma-se dizer que a clave de sol começa onde a de fá termina.

Esta clave é utilizada na escrita da mão esquerda dos instrumentos de teclado, instrumentos de registro grave, como o violoncelo, o contrabaixo, o fagote , o trombone e o eufônio em Dó bem como as vozes mais graves (barítono e baixo).

Também é possivel escrever a clave de fá na terceira linha, possibilitando um registro ligeiramente mais agudo. No passado a clave nessa posição mais aguda era utilizada para o barítono, mas seu uso na música atual é raro.

Clave de dó


A nota Dó-3 é indicada pelo centro da figura (o encontro entre os dois Cs invertidos). Originalmente a clave de dó foi criada para representar as vozes humanas. Cada voz era escrita com a clave de dó em uma das linhas. O alto era representado com a clave na terceira linha, o tenor na quarta linha e o mezzo-soprano era representado com a clave de Dó na segunda linha. Este uso se tornou cada vez menos frequente e esta clave foi substituída pelas de sol para as vozes mais agudas e a de fá para as mais graves. Hoje em dia, a posição mais frequente é a mostrada na figura, com o dó na terceira linha, representando uma tessitura média, exatamente entre as de sol e fá. Um dos únicos instrumentos a utilizar esta clave na sua escrita normal é a viola. Esta clave também pode aparecer ocasionalmente em passagens mais agudas do trombone. Seu uso vocal ainda é utilizado quando são utilizadas partituras antigas.

Clave de percussão

Esta clave não tem o mesmo uso das demais. Sua utilização não permite determinar a altura das linhas e espaços da pauta. Serve apenas para indicar que a clave será utilizada para representar instrumentos de percussão de altura não determinada, como uma bateria, um tambor ou um conjunto de congas. Neste caso as notas são posicionadas arbitrariamente na pauta, indicando apenas as alturas relativas. Por exemplo em uma bateria, o bumbo pode ser representado na primeira linha por ser o tambor mais grave e um chimbal pode estar em uma das linhas mais altas por se tratar de instrumento mais agudo.

Os instrumentos de percussão afináveis utilizam notação com as claves melódicas. Os tímpanos por exemplo são escritos na clave de fá.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Clave

14 de abril de 2011

II FESTIVAL DE SAXOFONES DE CRUZETA/RN


PERÍODO: 21, 22 e 23 de abril 2011
REALIZAÇÃO: Associação Musical e Cultural do RN/AMUSIC
LOCAL: Sede da AMUSIC /Cruzeta-RN


O II FESTIVAL DE SAXOFONES DE CRUZETA, tem como principal objetivo a fundação da ORQUESTRA DE SAXOFONES DO RIO GRANDE DO NORTE. Será feita a seleção dos músicos com as capacidades necessárias para integrar a Orquestra.

Será realizado trabalho de grupo com todos os participantes, assim como, para aqueles não selecionados para a Orquestra de Saxofones do RN que terá entre 18 e 20 saxofonistas divididos pelos vários tipos de saxofone, iram  poder assistir na integra aos ensaios da mesma.

Vão ser abordados com todos os participantes temas técnicos, de sonoridade e de trabalho de grupo.
 PROFESSORES:

Prof. Eugénio Graça www.eugeniograca.webpt.ws (Natural de Aveiro - Portugal) graduado em Saxofone, direçãode orquestra e grupos instrumentais em Portugal-Aveiro, especialização em Latin Jazz e música do mundo  em Cuba-Havana, mestre solista (clássico e contemporâneo)  na Holanda-Amsterdão. 
 
Prof. Luís Dantas (Natural de Cruzeta RN),   graduado em saxofone  pela UFRN, saxofonista da Banda sinfônica de Natal.)
  
Prof. Paulo Roberto (Natural de Cruzeta RN), graduado em saxofone pela UFRN/professor de saxofone, flauta e clarineta – UERN-Mossoró

PROGRAMA:
Dia 21/04: (quinta feira)
14.00h – Apresentação e pequena palestra.
15:30 – 18:30h distribuição de material seleção dos músicos para integrar a Orquestra de saxofones do Rio Grande do Norte.

Dia 22/04 (sexta feira)
14 - 18 :00h ensaio da orquestra
(atividade de grupo paralela para iniciantes)

Dia 23/04 (sábado)
08 -13:00h ensaio da orquestra
(atividade paralela para iniciantes)
14 -17:00h ensaio e fundação oficial da Orquestra de Saxofones do Rio Grande do Norte entrega de certificados.
20:30:00h : Concerto de encerramento do FESTIVAL, com a recém formada:  Orquestra de Saxofones do Rio Grande do Norte.



12 de abril de 2011

SÉRIE - CURIOSIDADES MUSICAIS: MUSICOLOGIA



Musicologia é o estudo científico ou mesmo a ciência da música. Considera-se musicologia a atividade do musicólogo enquanto ofício do pesquisador em música, diferenciando-se das outras duas grandes áreas da música: a invenção (ofício do compositor) e a interpretação/performance (ofício do instrumentista, cantor ou regente).

É possível que o primeiro a desenvolver atividades que hoje podemos entender como musicológicas tenha sido Aristóxeno de Tarento (século IV a. C.). Segundo Aristóxono, em seus Elementos da Harmonia, a música é ao mesmo tempo arte e ciência. A musicologia estuda as amplas perspectivas históricas, antropológicas e estético-poéticas da música, abrangendo tanto questões técnico-operativas como filosóficas da música. Também fazem parte da tarefa musicológica a notação em suas relações evidentes com a percepção musical, a organologia ou estudo dos instrumentos musicais e a fisiologia aplicada à técnica dos instrumentos e seu desenvolvimento, métodos didáticos, acústica e, por fim, toda possibilidade de teoria musical e suas várias disciplinas, tais como harmonia, contraponto, linguagem e estruturação, incluindo-se as referências internas dos parâmetros musicais (altura, duração, intensidade e timbre). O musicólogo também analisa as questões musicais tendo-se em vista as referências externas à música. Assim, para se entender os complexos desdobramentos da atividade musical é necessário também abordar suas incontornáveis implicações sociais e ideológicas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Musicologia

10 de abril de 2011

MÚSICO ANIVERSARIANTE DO DIA

 
O aniversariante deste domingo, dia 10 de abril de 2011, é o integrante da Banda Musical Euterpe Jardinense, da cidade de Jardim do Seridó, Fábio Medeiros dos Santos, que está completando 27 anos de vida neste dia.

Aqui vai os parabéns da equipe Coreto para o amigo Fábio, a qual deseja muitas felicidades e sucesso em sua vida e em sua brilhante carreira como músico.

6 de abril de 2011

ENTREVISTA COM O MAESTRO BEMBÉM PELO PROGRAMA MEMÓRIA VIVA SERÁ GRAVADA NESTA QUINTA PELA TVU DE NATAL


Maestro Humberto Dantas (Bembém)
Nesta quarta, dia 06 de abril às 19:30  o programa MEMÓRIA VIVA - TVU- NATAL- gravou uma entrevista com o músico e regente Humberto Dantas (Bembém), maestro da Filarmônica 24 de Outubro da cidade de Cruzeta/RN, o qual ao lado de Woden Madruga (jornalista, professor e ex-presidente da FJA) e Dr. Francisco José Alves -Marinho (advogado, atual coordenador da Orquestra Sinfônica do RN ), e o professor, autor, escritor etc. Tarcísio Gurgel, estarerá falando sobre sua vida e os 35 anos dedicado a música do RN, a Banda de Cruzeta e ao movimento bandístico do estado, além dos novos projetos e planos, em favor da cultura musical norte-rio-grandense, compreendendo  as bandas de música como instituições   históricas, escola livre de música,verdadeiros conservatórios do povo e guardiãs da tradição musical brasileira.

Informações enviadas pelo maestro Bembém Dantas  

A BANDA LUIZ DE FRANÇA DA CIDADE DE PATU/RN COMEMORA HOJE 12 ANOS DE EXISTÊNCIA


A cultura musical da cidade de Patú/RN está de parabéns!! A Banda de Música LUIZ DE FRANÇA DANTAS,  hoje, dia 06 de abril de 2011, mais um aniversário de existência.
 
A Banda que foi criada no dia 06 de Abril de 1999, e teve sua formatura realizada no mês de setembro de 2009 na Boite Pântano com  a presença de várias autoridades e da população em geral.
 
A Filarmônica, que atualmente tem a frente o maestro Francisco Joseneudo, conta  com cerca de 27 Músicos e com mais de 20 alunos na Escola de Música, tendo aulas para ingressarem no rol de Músicos desta filarmônica.

Banda Luiz de França Dantas
"Um orgulho para a Cultura Patuense"
 
Do Blog: Parabéns ao mestre Francisco Joseneudo, ao parceiro Wagner Viana (trombonista e administrador do blog da Filarmônica Luiz de França) e a todos os músicos de ontem e de hoje da Banda Musical da cidade de Patu/RN.

1 de abril de 2011

MINISTRA DA CULTURA ABRE DIÁLOGO COM MÚSICOS SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS DURANTE ENCONTRO NA FUNARTE/RJ



A ministra Ana de Hollanda e o presidente da Funarte, Antonio Grassi, reuniram-se hoje (29/03), no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, com músicos, produtores culturais, sindicalistas e profissionais ligados à área da música, para o primeiro de uma série de encontros setoriais que a Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cultura, irá realizar ao longo deste ano. Ana de Hollanda ouviu as reivindicações do setor e enfatizou a importância de se abrir um canal de diálogo para que cada área possa ter suas demandas atendidas. Grassi ressaltou que serão feitos também encontros setoriais em outras regiões do país e que o próximo será no Nordeste.

 
foi mediado pelo representante regional do Minc, André Diniz e entre os artistas presentes estavam os cantores Leoni, Sandra de Sá, Joyce, Danilo Caymmi e Marcelo Yuka. O auditório Gilberto Freyre – com capacidade para 400 pessoas – ficou lotado. Além da Lei dos Direitos Autorais, outros temas, como a Lei Rouanet, foram questionados pelo segmento. Em relação à Lei Rouanet, Ana de Hollanda reconheceu que há descontentamento de várias áreas, mas lembrou que a discussão não se encerrou e que é importante acompanhar a tramitação no Congresso Nacional.




O ensino obrigatório de música nas escolas também foi discutido. A ministra esclareceu que a questão é de competência do Ministério da Educação, mas disse que os dois ministérios vão trabalhar em conjunto. O presidente da Funarte, Antonio Grassi, acrescentou que “é preciso reatar esse casamento” e que a parceria entre os Ministérios da Cultura e da Educação é fundamental.

O cantor Leoni entregou uma carta à Ministra, em que reforça a necessidade de se avançar mais na nova Lei dos Direitos Autorais e sugere a criação de uma Secretaria da Música no organograma do MinC.


Para Marcelo Yuka, compositor e músico da banda F.U.R.T.O., a questão da cultura precisa ser tratada como uma questão de justiça social. “Ao elaborar as políticas para a música, o governo precisa ter como foco não o artista que ganha muito dinheiro, mas o cara que não consegue viver de música”, defendeu. Yuka denunciou o que chamou de “preconceito estatal” contra o funk. “Nós todos somos de alguma forma influenciados pelo samba, e a história do samba é uma história de preconceitos. Hoje acontece exatamente a mesma coisa com o funk”, declarou.Sobre a reforma da Lei dos Direitos Autorais (LDA), um dos assuntos abordados no encontro, a ministra da Cultura disse que aguarda a conclusão de um estudo da Diretoria de Direitos Intelectuais, vinculada ao Ministério, para decidir se endossará a proposta ou fará nova consulta pública.

A ministra Ana de Hollanda demonstrou a mesma opinião de Yuka sobre gêneros musicais depreciados. “Até o violão já foi alvo de preconceito. Tudo o que é novo assusta. O Estado precisa, sim, incorporar todas as linguagens e os gêneros em suas políticas públicas”, concluiu.

(Texto: Alexsandra Abritta, Ascom/Funarte)
(Fotos: André Melo, Ascom/MinC)

Fonte: Boletim da RRNE/MinC - 30/03/2011‏