quarta-feira, 1 de julho de 2009

PRÁTICA INSTRUMENTAL




A prática instrumental é o resultado do empenho e estudo, aplicados no contato com o instrumento escolhido.

Vertentes

A prática musical poderia classificar-se em duas vertentes: a erudita e a popular.

Tanto músicos eruditos como populares precisam da prática instrumental para executar músicas em seus respectivos gêneros. Essa prática é obtida inicialmente com exercícios de repetição que darão a agilidade necessária para os movimentos. Esse estudo deverá ser coordenado com elementos musicais como ritmos, melodias, acompanhamentos, batidas, harmonia.

Mesmo músicos que não tenham estudo teórico, desenvolverão esses elementos no contato com o instrumento. A percepção rítmica e sonora, bem como a coordenação motora, serão fatores determinantes para o desenvolvimento do instrumentista.

Prática sem teoria

Existem muitos músicos autodidatas, que possuem grande experiência prática, tornam-se instrumentistas diferenciados e aclamados, porém sem possuir estudo musical teórico.

Isso ocorre muito na vertente popular da música, mas raramente ocorre na chamada "escola" erudita, onde a leitura de pauta e conhecimentos teóricos consituem toda a base prática do instrumentista.

Muitos blues-men, cuja formação musical foi obtida em bares, pubs e clubes de jazz podem ser citados como exemplo de músicos cem por cento práticos.

De qualquer forma, todo músico precisa de prática instrumental, tenha ele instrução teórica ou não.

Teoria e prática

Quando o estudo prático do instrumento, exercícios e execução de peças, é realizado junto com o estudo teórico, o músico terá um horizonte muito mais amplo em toda a concepção musical, e resultados mais consistentes.

Todo estudo teórico aplica-se à prática: o estudo das escalas musicais é aplicado às improvisações; o estudo de leitura de partitura é aplicado à execução de peças; e o estudo de exercício de técnica é aplicado à desenvoltura ao instrumento.

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